27 de setembro de 2013
O Despretensioso e a Arrogante
Quando pego em mentira. Negue!!! Negue tuuuuuuudo!!! Mesmo que se prove o contrário. Principalmente!
O cara, despretenciosamente, pede a mão da moça pra dançar. E ela, arrogantemente, o ignora como se fosse um pedido de casamento. E lá do alto ele grita!!! : "- Ei!!! Eu quero é ser só mais ummmm!!! Quem casa, quer casa, uma ova!!! Quem casa, quer é descasar. Isso sim!!!"
A moça perde o compasso. Desce do salto. Inícia o chororô. Sem saber que dalí em diante ela começou a amadurecer... Para o amor.
R.M
22 de agosto de 2013
Seu Cosminho em: “falling in love!” (Cof, cof, cof... Essa é boa!)
Coração
batendo acelerado e o pau latejando bem forte. É... O cara está completamente
apaixonado.
Mas
mesmo assim ela não deu no primeiro encontro? Normal! “Sussa!” Vivemos em um
país burocrático. E mesmo assim o cara não perdeu a paciência. Continuou atencioso
e calmo? Tudo bem! Precisamos exercitar a diplomacia.
Todas
as vezes que eles se viam, a rola pulsava por ela. Tadinha dela! Nem sabia o
que se passava por dentro daquela calça. E olha que eles nem se conheciam. Um
ingênuo bom dia já bastava.
Ao
menos ela fingia muito bem que não percebia nada. Sempre andava com a cabeça
nas nuvens e os pensamentos afogados em duvidas, se dessa vez realmente estava
grávida. O problema era descobrir quem era o pai.
Mas
o cara não tava nem aí! Seus “zovos” eram carregados de gala. A picona sempre apontava
para o cú do universo. Ele era o “pica das galáxias!!!”
|R.M
26 de julho de 2013
Troca de Favores
- Chovia
muito. A cidade estava um inferno d’água. O velho não se importava. Fumava e assobiava
como se nada acontecesse. Em meio a esgotos a céu aberto, ele passeava como
quem dança na chuva. Na central comerciária, não se via calçadas. Lixos
surfavam nas ondas dos carros. Já havia passado das dezoito e trinta. Expediente,
finalmente, encerrado. E estava lá, o velho, no meio do jogo dos sete erros. Não
à toa. Nada é em vão depois de um dia ferrado. E nada pode ser mais surpresa após
a primeira ferroada. Com toda a paciência do mundo, rumou de bar em bar. Buscava
uma companhia feminina que pudesse lhe “trocar favores”. Não sentia falta de
amigos. Mas sentia muito a ausência desse tipo de amizade. Sabe como é: cabelos
longos, perfume barato, gírias desconcertantes e nada que se encaixe em seu
mundo. Uma relação estritamente impessoal. Eram tempos difíceis... Um carinho em
um “conhecido” não deveria ser tão mau. Afinal de contas, a noite não faz
cerimônia. Todo mundo entra pra família depois que se é apresentado. Porém tudo
se sucederia no plano meramente objetivo. Sem telefonemas, sem julgamentos, sem
cobranças, e acima de tudo! Sem coração. E se na manhã seguinte ele lembrasse
do nome... Pode ser que rolasse sentimento. Pena também é uma emoção. Em troca
mesmo, só um... Imensamente... Muito obrigado. De bom grado! É ou não é a
amizade, perrrfeita, entre homem e mulher? Devagar... Divagava o coroa em meio
a respingos e barrofadas.
Heitor
Monte Cristo
A Parada
DER-RU-BA-RAM A PARADA!
A PARADA caaaiiiuuu! Quebraram lhe as pernas. Agora ela não sobe e nem desce... Não se move. No ponto de ônibus, no local do táxi, a guarda da realeza britânica... Ninguém nunca mais a viu. O poste, que a viu pela última vez, está foragido, saiu correndo. E a PA-RA-DA, cadê? Toda estatelada, finalmente... Parou!
A PARADA caaaiiiuuu! Quebraram lhe as pernas. Agora ela não sobe e nem desce... Não se move. No ponto de ônibus, no local do táxi, a guarda da realeza britânica... Ninguém nunca mais a viu. O poste, que a viu pela última vez, está foragido, saiu correndo. E a PA-RA-DA, cadê? Toda estatelada, finalmente... Parou!
Heitor Monte Cristo
Bukowskifornication
O
que seria do homem senão fossem os amigos e a licitude? Quando tudo está bem,
“BOOM!” Desabamos de uma nuvem. Mas pra que mesmo assistir CALIFORNICATION? Lembrei! Pra nunca mais esquecer de Charles
Bukowski! O velho “Buk” e essa série são duas coisas que nunca me decepcionam.
Ahh! Lembrei de outra. Uma mulher de quatro. Imperatriz tem só um diferença de
“Lost” Angeles. Aqui os anjos estão mortos.
Colchão, Travesseiro e Edredom
No colchão eu tenho o
abraço de meus pais. No travesseiro, seus conselhos. E um edredom de orações.
Todos os dias durmo bem abençoado. De geração em geração. Até a chegada dos
descendentes. ABA PAI!
Seu Cosminho em: Romance
Rapaz “trabaiado!” Cansado das orgias da vida. Agora
queria sossego real! Um sexo de verdade.
Ele "ambicionava" uma “muié” que esquecesse de si! Desse um
trato na rola, da cabeça até as bolas. Uma cuspidinha na glande. Uns apertões
suaves no tronco... zangasse a pica! E depois recebesse uma bela gozada na
cara.
1 de julho de 2013
Delaware
Sem escrever mais nenhuma linha... Terminou a história. E a cada dia que passa, me mantenho mais distante do ponto em que começou. E quando sofremos por dois, a dor é pior.
Quem ri de dia é porque sofre muito à noite. E o fracasso! Aceitar pra si
mesmo que não deu certo... É sempre difícil.
Agora, terei que me acostumar com o som do toque mudo do telefone. Agora, terei que me
convencer de que não posso fazer mais nada, de que nada mais pode e deve ser
feito. Agora, tenho que me consolar com a desculpa imunda de um "seja o que deus quiser!" Mas deixar passar! Não tão "escape" enquanto a morte não me alcança.
É assim mesmo! Daí consistem os grandes
homens de meia tigela. Sorriso no rosto e feridas na alma. Mais uma vez fingir ser forte
sendo forte perante o maior dos sofrimentos... Insuportáveis! É a história que nunca parou de acontecer se repetindo.
Só escrevendo, tentando por tudo pra fora, só assim
quem sabe eu consiga me manter, pois a dor silenciosa da alma se oculta nos
sorrisos artificiais do dia a dia. E quer saber de uma coisa. Dane-se a licensa poetica! Fui sincero demais ao dizer na primeira pessoa.
Ricardo Magno
Seu Cosminho em: Asfixia Auto-Erótica
Se
liga “nas ideia”! O cara pega um cinto. Amarra em volta do pescoço. Se pendura em um local razoavelmente alto, esperando a gozada do século. Depois
morre e no atestado de óbito sai: morte por asfixia auto-erótica. Chega lá do
outro lado, envergonhado, ele diz que morreu porque foi enforcado pela mulher
invisível. Isso sim é morrer de bater punheta! “Fia duma égua!”
Heitor Monte Cristo
19 de junho de 2013
Prosa Anal
São
apaixonantes! Todas as encantadoras atrizes pornôs. Nunca vi gênero mais
admirável dentre a feminina espécie humana. Quem vê um exemplar na rua, jura
que elas vão a missa todos os domingos. É que elas sempre se ajoelham, mesmo
sem nunca ter ouvido falar o que é o Terço.
...
A gente só conversava quando ela estava de quatro ou na união da vaca. E nessas
posições, tudo o que eu dizia ela “cú-sentia”. Um dialógo digno de Facebook... Várias
cutucadas!
Heitor Montecristo
Seu Cosminho em: Delírios de Um Perverso
- ...
Ela aprendeu a escovar os dentes observando a mão chupar pica.
-
Mulher casada eu não quero! Mas também não dispenso.
- No
mundo dos gays, cabra macho é assim: ele come o próprio cú pra que os outros
não o comam.
-
Asfixia Auto-Erótica! Depois ainda dizem que punheta não mata.
-
Quem lambe cú quer comer a buceta. Quem puxa saco quer gozada no rabo.
-
Tem mulher que enche a boca pra dizer que é “safada”, tarada e faz isso e
aquilo. Ooooh vantagem! Hoje em dia, quem não é?
- Pra
ser feliz eu só preciso de uma vagina, pra elevar a libido; de álcool, pra
enrijecer o caralho; e da minha mente pervetida, pra elaborar os detalhes
sórdidos.
-
Masturbou na pica do maluco... Gozou o cara.
-
Goza na boca da “muié” e conta vantagem. Oxe! Qual é a novidade? Não foi o
primeiro e nem será o último.
-
Quando ela paga boquete, entra num relacionamento tão sério com o meu pau, que
até esquece de mim.
- Dizem
que homem que é homem, “tá” sempre pegando uma mulher. É mentira! Homem que é
homem sempre bate punheta. Não tem tempo ruim.
- Ela
deu em cima de um amigo. O outro vai pegar, mas sou eu que vou comer.
-
Foi até bom ter discutido com a minha namorada. Fazia tempo que eu não batia
uma. E cá entre nós, eu não posso trair os meus princípios.
-
No sexo oral, qualquer mulher se torna tudo o que um homem sempre quis.
Não sou uma
causal perdida. Não sou amoral. À vezes escrevo coisas amorais. Acredito no
amor! Tenho fé em deus! Com a mesma convicção de que é o coelhinho da páscoa que
põe os ovos.
Heitor Montecristo
5 de junho de 2013
Software maldito
Um dia eu acabo contigo,
software maldito! Meus amigos me perderam para sempre. A vida me perdeu para
sempre! Nunca me tiveram e nunca me terão. Assim é minha vida. Assim sou eu.
Vós vos divertis quando
saímos? Porque eu me sinto um palhaço! Muita vontade de potência pra nada. E se
Maomé não vai até a montanha, a montanha vai até a “meeerda!”
O livre arbítrio ao extremo é
abrir mão do que não nos foi reservado enquanto meus pais também me perderam
para sempre. Já não sinto mais nada.
De agora em diante, se
quiser, pois que vós vindes até mim. Vós que tem vigor, sabedoria e coragem. Vós
que eis o oposto de mim.
Apesar de ter a convicção do
quanto o meu caminho é obvio, continuo me perguntando como fui parar onde
cheguei. Mais uma vez perdido e encurralado.
Sem perceber, todos me
perderam. E dentre vós deixaram que eu partisse.
Ricardo Magno
23 de maio de 2013
Seu Cosminho: O Confidente
Quando
eu tinha uns cinco anos, só andava acompanhado da minha mãe.
Se
por acaso eu me perdesse, ela já me achava bêbado. Minha mamadeira era uma
latinha de cerveja. Quando eu era criança, cheirava as calcinhas das meninas.
Fingia que estava dormindo, espera elas entrarem nos sonhos, e dava o beijo de
boa noite em suas pererecas. Elas sabiam o que eu fazia. Sonhavam comigo. Mas
cadê o ônus da prova? Se homem nasce macho, assim eu era. Nas sextas, sábados,
domingos e feriados... Todos os dias, da Semana Santa ao Dia de Finados.
A
medida que fui amadurecendo, meu pênis foi se transformando em roleta russa. O desejo
comum dificilmente me excitava. Carregava balas de esperma num tambor que era o
saco. Mas tinha limites. Nunca gostei de chuva dourada. Se bem que um dia poderia
vir a calhar... Um liquido quente esquentando a cabeça da rola.
Heitor Monte Cristo
7 de maio de 2013
Palavras do Futuro
Como uma parte direta de deus, uma poesia nunca começa
e nunca termina, infinita e eterna como as propriedades do todo poderoso.
Na desorganização das palavras, se encontra a poesia
mais perfeita. Junto do anarquismo dissonante, do dadaísmo randômico, se
encontra a liberdade como força de expressão artística mais sublime.
Digerindo leis e acreditando no absurdo, sem usar a fé
como muleta, os homens podem chegar mais próximo de deus, sem serem cem por
cento idealistas.
Heitor Monte Cristo
2 de maio de 2013
O Tesão do Álcool
“Bilotinho
Rosa”
Eu
tava bebaço, no puro tesão do álcool, quando me aparece aquela princesa
trecheira. Bar vazio. Já com uns dois mangos na cara, enxergando tudo enviesado...
A deusa bacante arregaça a saia, na minha frente! Pelos dois caminhos das
conexões nervosas, foi o meu pau que receptou a sinapse primeiro. Eu suava
feito um porco! Limpei os óculos embaçados, mirei a “visão de raio bêbado” no
meio da mata – sem nenhuma vergonha, descaradamente – e achei o “bilotinho rosa”.
Não resisti e pergunta para ela:
EU:
- Ei! A senhora é do IBAMA?
ELA:
Não, meu fio! Por quê?
EU:
Vai gosta de mata assim lá na “caxa” prego!
EU:
- Ei, “muié!” Como é que eu faço pra colocar esse “bilotinho” pra dentro?
ELA:
- Sei não “mosso!” Mas o “siô” qué tentar com esse seu “bilotão?’
EU:
Só se for agora! Como diria Luís Gonzaga: “! Mulher querendo é bom demais!”
Heitor
Monte Cristo
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