13 de outubro de 2013
Deveria de ser... Meu zóvo!
Se a vida "deveria de ser" doce. O pau tem que ficar duro. As bucetas lubrificadas. Então eu quero viver e morrer fundendo esse cuzinho que vai ficando arregaçado e todos o chamam de mortalidade.
12 de outubro de 2013
Raciocínio Lógico. É lógico!!!
Não dá pra ficar só com uma "muié". Se são milhões de espermatozoides. Os óvulos também têm que ser.
10 de outubro de 2013
A Despidora
As vezes o cara não saca... A mulher o observando dos pés à cabeça... Só lhe despindo com a buceta!
Deixe-me...
Cubra a minha solidão com a sua vida
Lave minhas feridas com o amor dessa água viva
Necessito da unção de um sentimento vivo
Preciso regressar, imediatamente, ao paraíso
Deixe-me... Fazer amor contigo
2 de outubro de 2013
Geração “Arre-BEAT”
Allen
“Gaynsberg” (Ginsberg). Jack “Keeramacho” (Kerouac). E William “Berrounascalças”
(Burroughs). Nem chegavam na sola de sua alpercata. Ele era o bicho do “zovão”
da “mísera”! Enquanto todas as bucetas do universo apontavam para outro
planeta, ele fazia questão de seguir o reto ao orifício do Sistema Solar. E
ficava sob aquele sol escaldante, sentando em asfalto quente... sem fazer nada.
Só ficava sentindo o frigir dos “zovos”. E quando os espermatozoides gritavam
bem alto, ele batia uma para vos livrar de morrerem “CÚn-zinhados”. Como quem
choca ovo em cú de calango, assim ele sentava sobre suas cabeludas e suadas
bolas. A diversão era contar caminhão! A
adrenalina era pegar “sujesta” de traveco no Posto Santa Tereza. Realmente era
um “fia duma égua”. Só que nem ele e nem a égua, sabiam da relação.
O
pensamento tinha a clareza da luz de um lampião. A velocidade de um “espirro”
de pica! Não podia ouvir um peido que corria o mundo besta no fio de carreira
de uma jumenta. Cacto era flor enquanto urtiga era uma plantinha engraçada que
não parava de fazer “cosca”, mesmo depois que sangrava. Mal amanhecia e ele já
refletia sobre questões primordiais da vida: “Por causa de quê o calango,
quando pegava na carreira, parecia uma mulher de salto alto?” E lembrou-se de
seu avô. Um cabra macho! Que ele nem viu morrer. Mas mesmo assim, associa essa
“façanha” com umas palavras esquisitas da gringa que morava dentro da tevê:
“Bon Voyage!”
Pois
a morte, para aquela mente tão subnutrida e imagética era o mesmo que brincar
de pique-esconde sem nunca ser descoberto. Na escola, lembra que a “fessôra”
falou que o “brazil” tava “mortu!” Até “os portuga” nos descobrirem. E ele
sabia, tinha fé no Senhor!!! Que um dia, mais uma vez, ele pediria a benção ao
seu vovô.
R.M
27 de setembro de 2013
Mancebo
Calma,
mancebo! Aquela buceta de fogo vem sempre escalpelar tua rola. Puta do demônio!
Rapariga, mulher do satanás!!! As pregas do cú parecem minúsculas lacraias a
sangrar a glande. Cujas hemorroidas tu também estupras... Com teu magnífico
galardão. E todo o orgasmo se resume a esperma... Excremento... E sangue.
R.M
O Despretensioso e a Arrogante
Quando pego em mentira. Negue!!! Negue tuuuuuuudo!!! Mesmo que se prove o contrário. Principalmente!
O cara, despretenciosamente, pede a mão da moça pra dançar. E ela, arrogantemente, o ignora como se fosse um pedido de casamento. E lá do alto ele grita!!! : "- Ei!!! Eu quero é ser só mais ummmm!!! Quem casa, quer casa, uma ova!!! Quem casa, quer é descasar. Isso sim!!!"
A moça perde o compasso. Desce do salto. Inícia o chororô. Sem saber que dalí em diante ela começou a amadurecer... Para o amor.
R.M
22 de agosto de 2013
Seu Cosminho em: “falling in love!” (Cof, cof, cof... Essa é boa!)
Coração
batendo acelerado e o pau latejando bem forte. É... O cara está completamente
apaixonado.
Mas
mesmo assim ela não deu no primeiro encontro? Normal! “Sussa!” Vivemos em um
país burocrático. E mesmo assim o cara não perdeu a paciência. Continuou atencioso
e calmo? Tudo bem! Precisamos exercitar a diplomacia.
Todas
as vezes que eles se viam, a rola pulsava por ela. Tadinha dela! Nem sabia o
que se passava por dentro daquela calça. E olha que eles nem se conheciam. Um
ingênuo bom dia já bastava.
Ao
menos ela fingia muito bem que não percebia nada. Sempre andava com a cabeça
nas nuvens e os pensamentos afogados em duvidas, se dessa vez realmente estava
grávida. O problema era descobrir quem era o pai.
Mas
o cara não tava nem aí! Seus “zovos” eram carregados de gala. A picona sempre apontava
para o cú do universo. Ele era o “pica das galáxias!!!”
|R.M
26 de julho de 2013
Troca de Favores
- Chovia
muito. A cidade estava um inferno d’água. O velho não se importava. Fumava e assobiava
como se nada acontecesse. Em meio a esgotos a céu aberto, ele passeava como
quem dança na chuva. Na central comerciária, não se via calçadas. Lixos
surfavam nas ondas dos carros. Já havia passado das dezoito e trinta. Expediente,
finalmente, encerrado. E estava lá, o velho, no meio do jogo dos sete erros. Não
à toa. Nada é em vão depois de um dia ferrado. E nada pode ser mais surpresa após
a primeira ferroada. Com toda a paciência do mundo, rumou de bar em bar. Buscava
uma companhia feminina que pudesse lhe “trocar favores”. Não sentia falta de
amigos. Mas sentia muito a ausência desse tipo de amizade. Sabe como é: cabelos
longos, perfume barato, gírias desconcertantes e nada que se encaixe em seu
mundo. Uma relação estritamente impessoal. Eram tempos difíceis... Um carinho em
um “conhecido” não deveria ser tão mau. Afinal de contas, a noite não faz
cerimônia. Todo mundo entra pra família depois que se é apresentado. Porém tudo
se sucederia no plano meramente objetivo. Sem telefonemas, sem julgamentos, sem
cobranças, e acima de tudo! Sem coração. E se na manhã seguinte ele lembrasse
do nome... Pode ser que rolasse sentimento. Pena também é uma emoção. Em troca
mesmo, só um... Imensamente... Muito obrigado. De bom grado! É ou não é a
amizade, perrrfeita, entre homem e mulher? Devagar... Divagava o coroa em meio
a respingos e barrofadas.
Heitor
Monte Cristo
A Parada
DER-RU-BA-RAM A PARADA!
A PARADA caaaiiiuuu! Quebraram lhe as pernas. Agora ela não sobe e nem desce... Não se move. No ponto de ônibus, no local do táxi, a guarda da realeza britânica... Ninguém nunca mais a viu. O poste, que a viu pela última vez, está foragido, saiu correndo. E a PA-RA-DA, cadê? Toda estatelada, finalmente... Parou!
A PARADA caaaiiiuuu! Quebraram lhe as pernas. Agora ela não sobe e nem desce... Não se move. No ponto de ônibus, no local do táxi, a guarda da realeza britânica... Ninguém nunca mais a viu. O poste, que a viu pela última vez, está foragido, saiu correndo. E a PA-RA-DA, cadê? Toda estatelada, finalmente... Parou!
Heitor Monte Cristo
Bukowskifornication
O
que seria do homem senão fossem os amigos e a licitude? Quando tudo está bem,
“BOOM!” Desabamos de uma nuvem. Mas pra que mesmo assistir CALIFORNICATION? Lembrei! Pra nunca mais esquecer de Charles
Bukowski! O velho “Buk” e essa série são duas coisas que nunca me decepcionam.
Ahh! Lembrei de outra. Uma mulher de quatro. Imperatriz tem só um diferença de
“Lost” Angeles. Aqui os anjos estão mortos.
Colchão, Travesseiro e Edredom
No colchão eu tenho o
abraço de meus pais. No travesseiro, seus conselhos. E um edredom de orações.
Todos os dias durmo bem abençoado. De geração em geração. Até a chegada dos
descendentes. ABA PAI!
Seu Cosminho em: Romance
Rapaz “trabaiado!” Cansado das orgias da vida. Agora
queria sossego real! Um sexo de verdade.
Ele "ambicionava" uma “muié” que esquecesse de si! Desse um
trato na rola, da cabeça até as bolas. Uma cuspidinha na glande. Uns apertões
suaves no tronco... zangasse a pica! E depois recebesse uma bela gozada na
cara.
1 de julho de 2013
Delaware
Sem escrever mais nenhuma linha... Terminou a história. E a cada dia que passa, me mantenho mais distante do ponto em que começou. E quando sofremos por dois, a dor é pior.
Quem ri de dia é porque sofre muito à noite. E o fracasso! Aceitar pra si
mesmo que não deu certo... É sempre difícil.
Agora, terei que me acostumar com o som do toque mudo do telefone. Agora, terei que me
convencer de que não posso fazer mais nada, de que nada mais pode e deve ser
feito. Agora, tenho que me consolar com a desculpa imunda de um "seja o que deus quiser!" Mas deixar passar! Não tão "escape" enquanto a morte não me alcança.
É assim mesmo! Daí consistem os grandes
homens de meia tigela. Sorriso no rosto e feridas na alma. Mais uma vez fingir ser forte
sendo forte perante o maior dos sofrimentos... Insuportáveis! É a história que nunca parou de acontecer se repetindo.
Só escrevendo, tentando por tudo pra fora, só assim
quem sabe eu consiga me manter, pois a dor silenciosa da alma se oculta nos
sorrisos artificiais do dia a dia. E quer saber de uma coisa. Dane-se a licensa poetica! Fui sincero demais ao dizer na primeira pessoa.
Ricardo Magno
Seu Cosminho em: Asfixia Auto-Erótica
Se
liga “nas ideia”! O cara pega um cinto. Amarra em volta do pescoço. Se pendura em um local razoavelmente alto, esperando a gozada do século. Depois
morre e no atestado de óbito sai: morte por asfixia auto-erótica. Chega lá do
outro lado, envergonhado, ele diz que morreu porque foi enforcado pela mulher
invisível. Isso sim é morrer de bater punheta! “Fia duma égua!”
Heitor Monte Cristo
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