Boba!!! Ela já é tão linda e não sabe. Tento mostrar pra ela o que vejo. Tento vos apresentar para a sua verdade. Me esforço! Saio de cada batalha fatigado. Mas ela resiste e opta por acreditar no que os outros dizem. Nunca percebe o reflexo de seu espelho. Caminha sem entender o que arrasta sob seu salto. Uma tola! Tão deslumbrante... E cega.
16 de novembro de 2013
Tesão
O tesão da punheta é diferente do tesão da foda. Ás vezes eu bato uma punheta tãoooo boa! Que tenho a total certeza. Se fosse uma foda, seria fraca! Deve ser porque a bronha é só idealização. Os fetiches, taras e lombras do cara. A transa é real! Duas pessoas imperfeitas se esforçando para gozarem.
R.M
24 de outubro de 2013
Amor
Há tempo pra tudo! E havia um tempo em que eu vivia a ti espreitar. A carne é fraca porque o coração é carnívoro. E o meu lateja feliz sempre que te vê.
Se os meus testículos tivessem olhos. E se os seus olhos usassem óculos. É bem certo que o meu pênis já teria tido um infarte de amor por ti.
Mas isso tudo o que sinto é sem tu nunca teres, sequer, tocado uma pra mim. Sem eu nunca, sequer, ter esporrado em tua mandíbula.
Huuummm... Haaaaa... Acho que isso é o que chamam de AMOR!!!
15 de outubro de 2013
Com todas e Com ninguém
Oriundas de um acaso qualquer, assim elas vêm. E assim elas vão. Com todas e com ninguém! Assim eu estou só... E muitíssimo bem acompanhado.
13 de outubro de 2013
Deveria de ser... Meu zóvo!
Se a vida "deveria de ser" doce. O pau tem que ficar duro. As bucetas lubrificadas. Então eu quero viver e morrer fundendo esse cuzinho que vai ficando arregaçado e todos o chamam de mortalidade.
12 de outubro de 2013
Raciocínio Lógico. É lógico!!!
Não dá pra ficar só com uma "muié". Se são milhões de espermatozoides. Os óvulos também têm que ser.
10 de outubro de 2013
A Despidora
As vezes o cara não saca... A mulher o observando dos pés à cabeça... Só lhe despindo com a buceta!
Deixe-me...
Cubra a minha solidão com a sua vida
Lave minhas feridas com o amor dessa água viva
Necessito da unção de um sentimento vivo
Preciso regressar, imediatamente, ao paraíso
Deixe-me... Fazer amor contigo
2 de outubro de 2013
Geração “Arre-BEAT”
Allen
“Gaynsberg” (Ginsberg). Jack “Keeramacho” (Kerouac). E William “Berrounascalças”
(Burroughs). Nem chegavam na sola de sua alpercata. Ele era o bicho do “zovão”
da “mísera”! Enquanto todas as bucetas do universo apontavam para outro
planeta, ele fazia questão de seguir o reto ao orifício do Sistema Solar. E
ficava sob aquele sol escaldante, sentando em asfalto quente... sem fazer nada.
Só ficava sentindo o frigir dos “zovos”. E quando os espermatozoides gritavam
bem alto, ele batia uma para vos livrar de morrerem “CÚn-zinhados”. Como quem
choca ovo em cú de calango, assim ele sentava sobre suas cabeludas e suadas
bolas. A diversão era contar caminhão! A
adrenalina era pegar “sujesta” de traveco no Posto Santa Tereza. Realmente era
um “fia duma égua”. Só que nem ele e nem a égua, sabiam da relação.
O
pensamento tinha a clareza da luz de um lampião. A velocidade de um “espirro”
de pica! Não podia ouvir um peido que corria o mundo besta no fio de carreira
de uma jumenta. Cacto era flor enquanto urtiga era uma plantinha engraçada que
não parava de fazer “cosca”, mesmo depois que sangrava. Mal amanhecia e ele já
refletia sobre questões primordiais da vida: “Por causa de quê o calango,
quando pegava na carreira, parecia uma mulher de salto alto?” E lembrou-se de
seu avô. Um cabra macho! Que ele nem viu morrer. Mas mesmo assim, associa essa
“façanha” com umas palavras esquisitas da gringa que morava dentro da tevê:
“Bon Voyage!”
Pois
a morte, para aquela mente tão subnutrida e imagética era o mesmo que brincar
de pique-esconde sem nunca ser descoberto. Na escola, lembra que a “fessôra”
falou que o “brazil” tava “mortu!” Até “os portuga” nos descobrirem. E ele
sabia, tinha fé no Senhor!!! Que um dia, mais uma vez, ele pediria a benção ao
seu vovô.
R.M
27 de setembro de 2013
Mancebo
Calma,
mancebo! Aquela buceta de fogo vem sempre escalpelar tua rola. Puta do demônio!
Rapariga, mulher do satanás!!! As pregas do cú parecem minúsculas lacraias a
sangrar a glande. Cujas hemorroidas tu também estupras... Com teu magnífico
galardão. E todo o orgasmo se resume a esperma... Excremento... E sangue.
R.M
O Despretensioso e a Arrogante
Quando pego em mentira. Negue!!! Negue tuuuuuuudo!!! Mesmo que se prove o contrário. Principalmente!
O cara, despretenciosamente, pede a mão da moça pra dançar. E ela, arrogantemente, o ignora como se fosse um pedido de casamento. E lá do alto ele grita!!! : "- Ei!!! Eu quero é ser só mais ummmm!!! Quem casa, quer casa, uma ova!!! Quem casa, quer é descasar. Isso sim!!!"
A moça perde o compasso. Desce do salto. Inícia o chororô. Sem saber que dalí em diante ela começou a amadurecer... Para o amor.
R.M
22 de agosto de 2013
Seu Cosminho em: “falling in love!” (Cof, cof, cof... Essa é boa!)
Coração
batendo acelerado e o pau latejando bem forte. É... O cara está completamente
apaixonado.
Mas
mesmo assim ela não deu no primeiro encontro? Normal! “Sussa!” Vivemos em um
país burocrático. E mesmo assim o cara não perdeu a paciência. Continuou atencioso
e calmo? Tudo bem! Precisamos exercitar a diplomacia.
Todas
as vezes que eles se viam, a rola pulsava por ela. Tadinha dela! Nem sabia o
que se passava por dentro daquela calça. E olha que eles nem se conheciam. Um
ingênuo bom dia já bastava.
Ao
menos ela fingia muito bem que não percebia nada. Sempre andava com a cabeça
nas nuvens e os pensamentos afogados em duvidas, se dessa vez realmente estava
grávida. O problema era descobrir quem era o pai.
Mas
o cara não tava nem aí! Seus “zovos” eram carregados de gala. A picona sempre apontava
para o cú do universo. Ele era o “pica das galáxias!!!”
|R.M
26 de julho de 2013
Troca de Favores
- Chovia
muito. A cidade estava um inferno d’água. O velho não se importava. Fumava e assobiava
como se nada acontecesse. Em meio a esgotos a céu aberto, ele passeava como
quem dança na chuva. Na central comerciária, não se via calçadas. Lixos
surfavam nas ondas dos carros. Já havia passado das dezoito e trinta. Expediente,
finalmente, encerrado. E estava lá, o velho, no meio do jogo dos sete erros. Não
à toa. Nada é em vão depois de um dia ferrado. E nada pode ser mais surpresa após
a primeira ferroada. Com toda a paciência do mundo, rumou de bar em bar. Buscava
uma companhia feminina que pudesse lhe “trocar favores”. Não sentia falta de
amigos. Mas sentia muito a ausência desse tipo de amizade. Sabe como é: cabelos
longos, perfume barato, gírias desconcertantes e nada que se encaixe em seu
mundo. Uma relação estritamente impessoal. Eram tempos difíceis... Um carinho em
um “conhecido” não deveria ser tão mau. Afinal de contas, a noite não faz
cerimônia. Todo mundo entra pra família depois que se é apresentado. Porém tudo
se sucederia no plano meramente objetivo. Sem telefonemas, sem julgamentos, sem
cobranças, e acima de tudo! Sem coração. E se na manhã seguinte ele lembrasse
do nome... Pode ser que rolasse sentimento. Pena também é uma emoção. Em troca
mesmo, só um... Imensamente... Muito obrigado. De bom grado! É ou não é a
amizade, perrrfeita, entre homem e mulher? Devagar... Divagava o coroa em meio
a respingos e barrofadas.
Heitor
Monte Cristo
A Parada
DER-RU-BA-RAM A PARADA!
A PARADA caaaiiiuuu! Quebraram lhe as pernas. Agora ela não sobe e nem desce... Não se move. No ponto de ônibus, no local do táxi, a guarda da realeza britânica... Ninguém nunca mais a viu. O poste, que a viu pela última vez, está foragido, saiu correndo. E a PA-RA-DA, cadê? Toda estatelada, finalmente... Parou!
A PARADA caaaiiiuuu! Quebraram lhe as pernas. Agora ela não sobe e nem desce... Não se move. No ponto de ônibus, no local do táxi, a guarda da realeza britânica... Ninguém nunca mais a viu. O poste, que a viu pela última vez, está foragido, saiu correndo. E a PA-RA-DA, cadê? Toda estatelada, finalmente... Parou!
Heitor Monte Cristo
Bukowskifornication
O
que seria do homem senão fossem os amigos e a licitude? Quando tudo está bem,
“BOOM!” Desabamos de uma nuvem. Mas pra que mesmo assistir CALIFORNICATION? Lembrei! Pra nunca mais esquecer de Charles
Bukowski! O velho “Buk” e essa série são duas coisas que nunca me decepcionam.
Ahh! Lembrei de outra. Uma mulher de quatro. Imperatriz tem só um diferença de
“Lost” Angeles. Aqui os anjos estão mortos.
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